Depois de viver em vários países, Manguel encontra numa aldeia francesa o lugar perfeito para reunir seus livros: um galpão medieval em ruínas anexo à casa paroquial, que adquire e reforma, e onde vive há alguns anos. Aos poucos, a biblioteca toma forma a partir de pedras soltas, caixotes abertos, pilhas de livros, reminiscências e idiossincrasias de seu dono.
O dom narrativo de Manguel faz de cada questão prática - qual a forma ideal de um acervo, em que ordem dispor os livros, que obras manter e que obras descartar - o ensejo para passeios eruditos por bibliotecas antigas e modernas, de papel ou de bits, povoadas pelos tipos mais desvairados e cativantes. Nos quinze ensaios de A biblioteca à noite, os valores e sentidos representados no ato de colecionar livros são esmiuçados: afinal, ao longo da história as bibliotecas simbolizaram as aspirações e pesadelos mais díspares da humanidade.
Opinião do leitor
Tanto para quem gosta de ler, e aqueles não são adeptos da leitura.Manguel é indispensável.
marcio passos, itapevi, 30/11/2006
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Considero as obras de Mangel muito importante para todos que gostam de ler e saber mais sobre livros e a leitura.
Maria Lúcia da Silva Campos, Cotia, 11/10/2006
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Alberto Manguel mais uma vez explora e desenvolve em cima do seu tema predileto a leitura Ele que leu para Jorge Luis Borges por um certo tempo . Este novo livro parece ser tão interessante quanto os demais . Maguel é bastante feliz neste foco
eduardo grandinetti de barros, belo horizonte, 05/10/2006